sexta-feira, 31 de julho de 2026
Pisco Sour, o Sonho
É do meu cantinho que parto para as minhas caminhadas. Tenho em cima algumas janelas abertas por onde podem espreitar se estiverem interessados em dar uma olhada. Nas minhas caminhadas, desde o ano 2000 mais ou menos tive dois belíssimos ajudantes de campo, como o meu Quico e o meu Pilantras, dois gatos maravilhas, verdadeiros companheiros.
O Ventor estava rápido caminhando por Jericó e ...
Um dia, caminhava o Ventor nas margens do rio Jordão e encontrou vários homens a brincarem com algumas belas pedrinhas. Alinhavam umas aqui e desalinhavam outras ali ...
O Pisco Sour que não bebeu mas ...
Nem imaginam o que eu passo com o Ventor. Agora anda a embirrar comigo! Vejam lá alguns tempos atrás embirrou que queria fazer um pisco sour! Agora ...
No Dia da Terra ele andava perdido ...
É o 50º ano que se comemora este dia que devia ser do interesse de todos. Quando digo todos, é todos mesmo. Em 1970, estava ele em Lisboa no ... Monsanto e ...
terça-feira, 9 de junho de 2026
Fojos do Lobo na serra de Soajo
Fojos do Lobo na serra de Soajo
- | Luiz Franqueira
30.01.2021
A serra
de Soajo tem vários fojos de lobo. Apresento aqui um, aquele em que obtive a
alforria necessária para a caça ao lobo, em três montarias. Este é o fojo do lobo a que atribuímos
vários nomes. O fojo do lobo da Seida, o fojo do lobo da Brusca, o fojo do lobo
de Gorbelas, o fojo do lobo das Forcadas. Ele está enquadrado por estes nomes
porque são os mais próximos. Um dos seus braços vem das redondezas do Poulo da
Seida, o outro vem das proximidades da fonte das Forcadas. Gorbelas,
porque a branda dos rouceiros está por trás do monte, á direita do buraco do
fojo. A brusca são todos aqueles montes após o términos da Naia que vão até
ao fojo. É o nosso fojo, na foto. Provavelmente o mais bem conservado e, não
fosse a protecção ao lobo e bem, ainda permitiria algumas caçadas ou montarias.
Penso também que será o melhor colocado estrategicamente para esta área da
serra de Soajo.
O Fojo do lobo de que vos falo é este. Na junção dos dois muros,
o buraco
Estes são os braços do fojo que se juntam no buraco. O da nossa
esquerda desce de perto da fonte das Forcadas. O da direita vem
da Seida
Do lado
de cá do buraco do fojo fica a Brusca, nos meus velhos tempos, cheia de matos e
fragas com buracos adequados a fazer de covil, local onde algumas lobas pariam.
Em 1980, atravessei esse sítio com um puto de 9 anos, do buraco do fojo até ao
Muranho e os fetos, em certos locais, eram mais altos do que eu. Fomos ter por
baixo do Poulo do Muranho e ainda subimos para ir beber água à nossa mais bela
nascente. Havia sítios que eu saltava, depois estendia os braços para o apanhar
quando ele saltasse. A brusca era também um local de víboras. Não sei se elas
terão resistido ao fogo de 2006 porque as cobras, atacadas pelos fumos perdem o
tino e vão cair ou meter-se no meio do incêndio, como vi, quando puto, num fogo
no Curral Coberto, entre a Assureira e Ramil, Cunhas.
Uma amostra de como eram os muros ou braços do fojo do lobo,
nesta foto da nossa amiga Mónica Oliveira
Os
muros, na sua face interior eram o mais perfeitos possível para os lobos não os
escalarem e, na sua face exterior eram irregulares para permitir que os
monteiros ou caçadores chegassem ao topo para visualizarem a posição dos lobos.
Com os anos os muros foram sendo derrubados pelos pastores para que permitissem
a passagem dos gados. Era nesses buracos dos muros derrubados que se
instalavam as pessoas para que os lobos que entrassem no espaço entre os muros,
rumo ao buraco não fossem capazes de sair.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Encosta do Muranho 3
Encosta do Muranho 3
Nas Montanhas Lindas do Ventor
Daqui para a frente é só Dragões. O Jack vé as paisagens e tenta não sujar muito a sua fatiota branca. Eu vejo as paisagens e tiro fotos e, o Luis, diz que logo que regressar a França não esquecerá mais a desgraça das nossas Montanhas Lindas. Mas nós sabemos que chegando lá acima, ficamos com a Pedrada frente ao nariz.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Subida à Pedrada, em Agosto de 2018
Subida à Pedrada, em Agosto de 2018
Isso mesmo!
Subi à Pedrada com mais 9 amigos mas dos 19 km feitos, cerca de 14 foram feitos com um pé calçado e outro semi-descalço. Foi mesmo assim. Disse mal daa botas, insultei-as e bla-bla-bla mas, depois das contas feitas, o que concluo é que a minha bota salvou o meu pé. Se tivesse ido de sapatinhos de toilette ou de ténis, provavelmente, não teria a mesma sorte.
Rodopiei pela esquerda no poulo do Muranho, meti o pé num buraco do poulo e a minha bota deu um grande estoiro. Olhei para a bota e não acreditava. Os pontos deram um profundo ai. Ai que já me fui. E foi mesmo! A minha bota estava pronta a engolir tudo pelo lado esquerdo. Claro que fiquei desapontado! Dei um dinheirão por umas botas Timberland para me deixarem mal no Muranho. Ainda por cima, num poulo que é uma das belíssimas alcatifas do Ventor. Claro que se levasse uns sapatinhos de toilette ou uns ténis, não procederia com a mesma à vontade. Os cuidados seriam outros. Mas seria mesmo assim?
Para as minhas botas Timberland, tudo acabou no Muranho. Foi ali que se deu o ocaso com a torcidela que dei com o meu pé esquerdo
Entre dois pares de botas e uns ténis, decidi levar à Pedrada, pela 3ª vez, as minhas botas Timberland - as arranca-unhas! A primeira vez desci a Pedrada em direcção ao Fojo virado para o Mezio. Em descida acelerada e empurrado pelos ventos de Castro Laboreiro, sem utilizar travões, a não ser nos momentos forçados, puseram-me as unhas negras e subi o mais rápido que pude até à Corga da Vagem. Quando cheguei aos Arcos de Valdevez tinha quatro unhas negras, duas em cada pé Das quatro caíram-me duas, uma em cada pé, mais tarde. Da segunda vez que as levei à Pedrada fiquei com duas unhas negras, uma em cada pé, mas nenhuma caiu. A descida tinha sido mais suave.
Com a ajuda de dois valentes sapateiros improvisados, cheguei à Pedrada. Agora era necessário o retorno
Desta vez hesitei mas decidi levar as mesmas botas nesse caminho ideal para Timberlands. Era a terceira vez e ia à vontade mas estraguei tudo. Acho que foi por me sentir protegido. Nem todas as botas ou ténis me podem acompanhar à Pedrada. Só uns podem, os outros ficam para trás, a não ser que leve um par suplente pendurado no pescoço. E que falta me fizeram!
Estou a meio caminho entre a Pedrada e a Corga da Vagem
Aqui já o António Branco e o Joaquim de Barros me tinham reparado a bota com um pano de casaco velho e um arame encontrados no Alto da Pedrada. Foram dois belos sapateiros arranjados de improviso. Eu estava disposto a rasgar a camisa às tiras para fazer mais umas caminhadas curtas até os panos se rasgarem e devia ser assim até chegar ao Fojo da Cabrita. Quando os panos se rasgassem seriam substituídos por outros e assim sucessivamente.
Mais um pouco e desço para o Muranho
Também pensei em fazer uma bota com ramos de urzes e fetos mas faltava a giesta para fazer uma verga. Ainda não tinha aparecido o arame! Fosse como fosse, descalço é que não. Nunca me tinha acontecido algo semelhante e não pensem que, essas coisas, só acontecem aos outros. Todos estamos sujeitos a estas contingências.
A verdade é que elas me levaram a bom porto com a ajuda do António e do Joaquim
Foi difícil descer do Muranho, atravessar o planalto da Naia e descer, pela Portela, até ao Fojo da Cabrita com aquele sector central da bota a sair-me pelo calcanhar. Passei o tempo a empurra-lo para dentro. Para a frente não se chegava mas por trás estava sempre pronto a sair. Costuma-se dizer que quem vai ao mar apetrecha-se em terra. Botas penduradas ao pescoço não mas apetrechos para estas ocasiões, sim. Pelo menos para aqueles que não gostam de desistir.
Nossa Senhora da Peneda sempre velou pelo Ventor
O meu obrigado ao António Branco por querer trocar a sua bota comigo, por serem do mesmo número e para me facilitar um pouco a vida, dividindo o mal pelas aldeias. Claro que se não houvesse aquelas alternativas eu estaria disposto a fazer o trajecto descalço. Teria de ser com muito jeitinho mas seria a primeira vez que caminharia nos trilhos da Pedrada, descalço e, do outro lado, existiria o sorriso matreiro de Nossa Senhora da Peneda a gozar comigo mas eu acho que Ela teve dó de mim e colocou o trapo e o arame na Pedrada para resolvermos a situação. Acredito que Ela sempre foi minha amiga.
Não! Não posso "executar" as botas Timberland. Vou mesmo comprar outras! Entretanto tenho por aqui outra marca (norueguesa) que farão o seu papel na devida altura. Mas fui bem de ténis à Assureira e não me dei nada mal. Veremos.
Corças na serra de Soajo
Este é o local - o poulo do Cabecinho, na foto em baixo.
Caminhando da Derrilheira para a Corga da Vagem, a nascente fica à direita, vi eu a corça a correr na minha direcção. Ela corria nesse poulo direita à corga da Vagem e eu do lado de cá de máquina na mão mas tinha sentido apenas num provável lobo que perseguiria a corsa. Só isso, pensava eu, originaria tal corrida. Espero, este ano, caminhar da Derrilheira em direcção do poulo do Cabecinho, caladinho que nem um rato e de máquina na mão. Por ali, com muita água por perto, todos os animais se safam. Pode ser que eu tenha sorte!
Corça como a do poulo do Cabecinho, na sua pelagem de verão - foto do site Pixabay
Nunca a vi nesta posição inicial, quando a vi já vinha em plena corrida. Não a fotografei porque, no seu rasto, eu procurava o lobo e, com um pouco de sorte, talvez fotografasse os dois.
Este macho (corço) tem os chifres a saírem para caminhar como um senhor. Ele é lindo na sua farda de verão - foto do site Pixabay
Uma corça vestida com a sua farda de inverno. No inverno a pelagem das corças é mais escura - foto do site pixabay
Aqui, no meio da foto, corre, da direita para a esquerda, a corga da vagem. Quando vi a corça, eu estava mais lá em baixo, mais perto da corga e ela corria na minha direção e da corga. Há especialistas que dizem que as corças, quando perseguidas pelos lobos se escondem debaixo de água. Não sei a verdade dessa afirmação mas, por ali, elas não terão água suficiente para se esconder. Seja como for, quando eu ainda olhava o poulo, esperando o lobo, a corça entrou no mato e eu nunca mais a vi.. Todas as vezes que eu me dirijo à nascente da corga da Vagem, desço, bato a encosta a clicks a ver se algo fica na foto e depois subo para a direita e, nem corças nem javalis.
Nada me garante que o lobo viesse atrás da corça e, dando por nós, se encostasse a uma rocha desistindo da caçada. A verdade é que tudo que apanhava desde o mato onde a corça entrou e o poulo a perder de vista, bati tudo a clicks mas não apanhei nada, nem a corsa.
Se tudo correr bem e eu voltar a pisar as minhas Montanhas Lindas, levo a esperança comigo.
Alto da Derrilheira - o Miradouro
Alto da Derrilheira - o Miradouro
Este é o Alto da Derrilheira visto da Fonte da Naia. É preciso trepar muito para lá chegar
O Alto da Derrilheira é o monte mais alto que se vê de Adrão. Quando está nevado é, para mim, uma espécie do monte Fuji, no Japão.
A cruz que o Prof. Jorge Lage lá mandara colocar. Creio que para nós os quatro foi o primeiro e último dia que a vimos
As minhas caminhadas na serra de Soajo, levam-me sempre lá, àquele miradouro especial. De lá observamos o nosso berço de cima para baixo. Quando pelos anos fora eu subia à Pedrada, subia da Fonte do Muranho à Derrilheira ou, então, descia da Pedrada e ia ao Alto da Derrilheira para voltar a observar tudo. Depois inclinava-me para o Muranho ou descia o Alto da Derrilheira rumo à fonte da Naia, ou seguia pelo Alto do Lombo, rumo à Barreira. Normalmente subia e descia quase sempre pela Férrea.
Tenho um vídeo que fiz em 2017 e vou coloca-lo, para mostrar aos que não conhecem, como no Alto da Derrilheira estamos pertinho do céu. Os que conhecem já sabem como é.
Deste local vemos tudo em redor da Derrilheira. Do lado de cá, atrás das nossas costas fica o alto da Pedrada que quase não vemos, por estar tapado pela Serrinha e entre a Serrinha e a Pedrada fica a Corga da Vagem até às Forcadas
Haverá também aqueles que há muitos anos lá não vão e aqueles que jamais irão. Não sei se será o meu caso! Dizem que o destino marca a hora mas, também pode ser que o destino já tenha a hora marcada.
Serra de Soajo ...
... Pedrada, Outeiro Maior, Corga da Vagem, Fonte das Forcadas, Curral do Pai, Seida, Muranho, Naia, ... que mais?
São estes nomes que dão vida a uma das serras lindas do nosso país - a serra de Soajo. São só 1416 metros de altura mas são metros belos que me viram crescer. Eu cresci, caminhando pelos montes da Assureira, pelo Barroco, pela Centieira, pela Presa do Cabreiro, pela Chãe do Ruivo, pelo Gondomil, ... mas, sempre de olhos postos na Derrilheira.
A primeira vez que me cheguei a estas pedras, na Naia, tive receio que o lobo me esperasse por ali
A Derrilheira é o pico mais alto que observamos de Adrão. Nesses tempos, eu pensava nessa etapa. Subir até ao Alto da Derrilheira. Para isso. teria de subir a primeira etapa - a Férrea. Não era fácil para um puto. Depois, com o andar do tempo, a Chãe do Boi, subir à Fonte da Naia, caminhar pela Naia, observar a Brusca e, através dela, lá longe, o Fojo do Lobo. Depois, com o andar do tempo, bebi água na Fonte do Muranho. Um dia, enchi-me de coragem e fui, só, à procura das minhas vacas. Subi do Muranho à Derrilheira, sentei-me numa pedra a observar Adrão e parte das suas lavouras. Nesse dia, senti-me no céu e senhor do Mundo.
A primeira vez que bebi água aqui, na fonte do Muranho, não havia nada destas "modernices"
Depois fui à Pedrada! Caminhei na Corga da Vagem e não dei com a fonte! Fui beber água à Fonte das Forcadas. Hoje, pelo menos, no mês de Agosto, não há lá fonte. Hoje sei bem onde fica a fonte da Corga da Vagem mesmo, quando não podemos lá beber água. Podemos fazer como as vacas e beber na Corga. A Corga da Vagem é a nascente mais alta do rio de Bordença.
A foto não diz nada sobre as belezas paisagísticas que observamos desde a Pedrada
Da terceira vez que fui à Pedrada, estava um dia de calor. Desci da Pedrada ao Curral do Pai e assisti a uma peripécia, aquilo a que eu chamo, um filme sem tela. O mais natural possível! Havia uma vaca que andava ao boi. A vaca era uma e os bois eram catorze. Uns velhadas e uns jovens. Sentei-me numa pedra a apreciar a luta, entre os bois, pela posse da vaca. Quando um saltava para cima da vaca, era logo atacado por outro e a vaca não era para nenhum. Numa determinada altura engalfinharam-se numa luta sem tréguas, uns com os outros, e um touro novato, achou que a luta não era com ele, aproveitou a zaragata, entre os outros e foi-se à vaca. Para mim, foi a única vez que assisti a uma guerra daquelas. Claro que nunca a esqueço mas nunca mais assisti a outra guerra igual.
Tudo isso faz parte do meu chavão - Montanhas Lindas.
Caminhar pelas minhas Montanhas Lindas
Caminhar pelas minhas Montanhas Lindas
Estou de olho nos abutres! Desta vez, vou tentar ter mais sorte se eles aparecerem. Pelo menos tento caminhar sempre com os olhos nos horizontes mais altos, com ou sem abutres e, se não conseguir pisar as carrascas e as carquejas, vou caminhando por aqui.
A olho aberto, no meio dos chascos, ou com o olho nas fotos, as minhas Montanhas Lindas, são sempre lindas. Até nós concorremos para a sua beleza. Vejam só!
Há sempre um hotel para pernoitar!
Em 2006 sobre cinzas, dois Luises, o Luis Perricho e o Luis Franqueira
E matar a sede?
Tudo serve! Como aqui, na nascente do Muranho. Água fresquinha, que o Jack nunca pensou que lhe passaria pelas beiças, como diria o seu pai que Deus tem.
O Jack sentado ao lado da nascente do Muranho, em Agosto de 2006
Ou então, levar uma garrafinha de vinho, como fez o Luis Perricho, em 2006, na nossa primeira caminhada à Pedrada. Em Agosto, não vá o diabo tecê-las e as nascentes estejam secas. No Muranho nunca terá acontecido mas, alguma vez pode ser a primeira. Por isso, eis a garrafa!
O Luis Perricho e o seu tesouro de vinho verde
Mas pode haver mais este ano. Pelo menos, eu assim o espero.
Para já, não se limitem a essas 3 fotos. Têm aqui em baixo mais 115 que, se estiverem dispostos a perder uns minutos e gostarem de ver fotos em slideshow, é só fazer clik e podem ir da Barreira ao Muranho como nós fizemos em 2009.
Vejam aqui 115 fotos e como são lindas as minhas Montanhas Lindas (Barreira-Muranho, em 2009).
Um Príncipe nas minhas Montanhas Lindas
Um Príncipe nas minhas Montanhas Lindas
Sempre com o passado!
Caminharmos de mãos dadas com o passado é continuarmos a viver!
Não é saudosismo, não!
Perguntei a uma amiga romena se os romenos não têm o instrumento da palavra "saudade"!
Disse-me que não tinham a palavra saudade mas partilham os mesmos sentimentos que ela transmite.
Recordamos, sentimos, choramos, ... Sim, existe em nós a vossa saudade, Ventor!
No dia que fotografei este menino, em 28 de Agosto de 2006, ia morrendo na Assureira. Foi a saudade que me levou lá e foram os anjos que me levaram até ao bezerro, na Lama das Cruzes. Era lindo, por isso o deixo aqui para o olharem porque, ele, foi príncipe nas minhas Montanhas Lindas.
O Guardião das Capelinhas
O lagarto que está treinando para ser o guardião das capelinhas!
Um Lagarto na Peneda
Deixei este amigo junto à Senhora da Peneda. Ele disse-me que era seu guardião!
Caminhei eu os escadórios da Senhora da Peneda, tentando procurar a cobra que há dois anos me deixou lá uma camisa.
Encontrei esta prenda sobre uma rocha!
Apontei a máquina e zás!
Duas senhoras perguntaram-me se procurava alguma coisa e eu disse-lhe que procurava uma cobra. Levantaram-se como molas.
Vê aquela senhora a passar ali. A cobra está lá, debaixo das pedras, bem escondida, há cerca de uma hora.
Não faz mal, não vejo a cobra mas vejo aquele!
Se ele tiver sorte, para o ano ainda nos vamos encontrar.
Flores da serra de Soalo Flores da serra de Soajo Flores da serra de Soajo
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O Rei António no seu Trono | Luiz Franqueira 04.09.09 O Rei António no seu belo Trono, na Seida, apreciando o seu reino O Rei António, ex...
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Luiz Franqueira 21.12.06 Nas Montanhas lindas do Ventor Chegado à Portela e rodando à esquerda, rumo à Naia, eis Adrão, o meu berço
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Poulo do Muranho 6 | Luiz Franqueira 18.01.07 Nas Montanhas Lindas do Ventor Nunca nos cansamos de apreciar os nossos "Iglos de Pedr...































